Consequências do ato de fumar
Algumas informações a respeito das conseqüências do ato de fumar.
Tire suas
próprias conclusões:
A Vida de uma pessoa que fuma 15 cigarros
por dia é reduzida, em média, 5 anos.
Uma pessoa que fuma um maço de cigarros por dia tem
probabilidade 20 vezes maior de desenvolver câncer de pulmão do que uma
pessoa que não fuma.
Uma pessoa que fuma tem o dobro de chance de vir a ter
doenças cardiovasculares do que
uma pessoa que não fuma.
Para as grávidas que fumam (tirado da Revista Veja de 14/07/99, pág.
33): "O tabaco pode apresentar uma ameaça à adolescência das
crianças. Entre os meninos quadruplicam os riscos de distúrbios de
comportamento. E entre as meninas cresce cinco vezes a propensão à
dependência de drogas."
Uma pessoa que fuma tem 20 vezes mais chances de
desenvolver bronquite crônica (os brônquios secretam excesso de muco e
os cílios responsáveis pela eliminação desse muco passam a funcionar
mal; o muco fica assim acumulado nos brônquios e bronquíolos, que
inflamam, e a pessoa passa a tossir muito e a ter dificuldade em respirar)
e enfisema pulmonar (rompimento dos alvéolos, com redução da área para
as trocas gasosas) do que uma pessoa que não fuma.
O fumante tem 7 vezes mais chances de desenvolver úlceras e câncer de
estômago que os não-fumantes.
Envelhecimento precoce de todas as células do organismo
pela diminuição do aporte de oxigênio no sangue (5% menos) e
consequente aumento de radicais livres, bem como diminuição do tempo de
vida.
Fumar na gravidez representa perigo para o feto: há o
dobro de risco de aborto, de nascimentos prematuros e de morte de fetos;
quando isso não ocorre, o bebê de uma gestante fumante terá menor peso
no nascimento.
Os fumantes obrigam os não-fumantes a fumar, pois os
não-fumantes confinados em ambientes fechados, como carros, escritórios,
salas de espera, bares, restaurantes e outros, são afetados pela fumaça
do cigarro dos fumantes; respirando passivamente essa fumaça, os
não-fumantes podem, ao longo do tempo, desenvolver os mesmos problemas
circulatórios e respiratórios que os fumantes. Filhos de pais fumantes,
por exemplo, têm o dobro de chance de contrair pneumonia ou bronquite no
primeiro ano de vida.
Aparecimento de asma, gripes constantes com
recuperação lenta. O fumante perde o folego aos menores esforços, com
tosses freqüentes, pigarro ou catarro constantes.
Agravamento de doenças como hipertensão, diabetes, colesterol alto,
cardiopatias, doenças vasculares - derrames (principalmente em
associação à pílula anticoncepcional-AVC) e doenças pulmonares.
O alcatrão, assim como algumas das centenas de substâncias catalogadas
contidas na fumaça do cigarro, são considerados de grande potencial
cancerígeno, sendo responsável pela maior incidência de câncer de
pulmão, boca, laringe, esôfago, estômago, próstata, bexiga, cólon e
outros órgãos.
Maiores riscos e maior dificuldade na recuperação
após intervenções cirúrgicas.
Pele do rosto acinzentada, dentes escuros e dedos da
mão amarelados.
Suspeita-se que algumas das mais de 4.000 substâncias
presentes na fumaça do cigarro possam causar alterações genéticas.
No homem, maior tendência à impotência sexual,
principalmente em associação a outros fatores de riscos como stress,
hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares, etc. Diminuição da
mobilidade dos espermatozóides, aumentando a possibilidade de
infertilidade masculina.
Dependência física e psíquica de uma substância, que
nem sempre encontra-se à mão, além do número cada vez menor de locais
públicos onde é permitido fumar.
Dificuldade de convivência com outras pessoas ou parceiros que não
fumam, além da transformação de seus filhos em fumantes passivos
indefesos, sem considerar o mau exemplo.
Má aceitação social por parte de número cada vez
crescente de amigos que não fumam ou que deixaram de fumar, e o
consideram uma pessoa displicente com sua própria saúde, sem força de
vontade e, pior ainda, egoísta por impor-lhes sua poluição particular.
Mau hálito e impregnação de roupas, cabelo, objetos e ambiente
doméstico pelo cheiro do cigarro.
Maior dificuldade de emprego, visto a tendência atual
de preferência a não fumantes.
Aumento dos
gastos mensais com pacotes de cigarro, medicamentos para tratar as
doenças relacionadas ao tabagismo e custos mais altos das apólices de
seguro de vida e de saúde para fumantes.